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IGP-M diminui 0,19% na primeira medição de maio, informa FGV

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) cedeu 0,19% na primeira medição de maio. Em período correspondente de um mês atrás, o indicador caiu 0,16%. O declínio mais marcado dos produtos agrícolas contribuiu para este resultado.

O indicador, usado na correção de tarifas de energia e de boa parte dos aluguéis, registra 0,96% de alta no acumulado do ano e verifica avanço de 4,16% nos últimos 12 meses.

Na primeira parcial de maio, o Índice de Preços ao Atacado (IPA), que representa 60% do índice geral, caiu 0,37%, a mesma variação apurada um mês antes. Os produtos agrícolas caíram 2,32%, aprofundando a trajetória de queda em relação à pesquisa inicial de abril, quando houve baixa de 1,73%. Os produtos industriais, contudo, aceleraram, indo de um incremento de 0,09% para expansão de 0,27%.

Dois dos três estágios de produção compreendidos pelo IPA viram recuo neste estudo. As Matérias-Primas Brutas diminuíram 2,06%, depois de decréscimo de 2,20% no levantamento inicial de abril. "Os itens que mais contribuíram para a trajetória de aceleração deste grupo foram aves (-9,89% para -5,61%), mandioca (-9,99% para 1,50%) e laranja (-16,44% para -12,25%)", apontou a FGV.

Os Bens Finais abandonaram um crescimento de 0,35% na primeira prévia de abril e anotaram agora declínio de 0,31%, refletindo o comportamento do subgrupo alimentos in natura, que foi de um incremento de 3,43% para uma redução de 2,38%.

Os Bens Intermediários na produção, que avançaram 0,15% na parcial de abril, subiram 0,49% neste levantamento. Materiais e componentes para a manufatura influenciaram nesse aumento ao deixarem para trás um decréscimo de 0,11% para uma alta de 0,20%.

No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador, encolheu 0,02%, mudando a direção tomada na parcial do mês anterior, de aumento de 0,15%. Este abrandamento refletiu o comportamento do grupo Alimentação, cuja taxa baixou de 0,12% para -1%, devido ao recuo nos preços de hortaliças e legumes.

O Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), representativo de 10% do IGP-M, ampliou-se em 0,54%, elevação essa mais pronunciada do que a vista no primeiro decêndio de abril, de 0,43%. O índice relativo a Materiais e Serviços teve variação de 0,77%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%. O índice que representa o custo da Mão-de-Obra cresceu 0,28%.

O primeiro decêndio do IGP-M de maio compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 30 do mês de abril.


Fonte: Valor Econômico - Indicadores

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